à beira de um precipício só há uma maneira de andar para a frente: é dar um passo atrás. (montaigne)
Mostrando postagens com marcador ipod. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ipod. Mostrar todas as postagens
2 de setembro de 2012
31 de agosto de 2012
bandas
birthmark, o que chama
logo a atenção neste projecto de nate kinsella são os cuidadosos arranjos
orquestrais dos variados instrumentos que compõem esta obra e a atenção dada a
cada pequeno pormenor da melodia, onde tudo se encaixa na perfeição, mas sem ser pesadona nem claustrofóbica, pelo contrário, deixa a melodia respirar e a
flutuar no ar para nosso prazer. a ouvir…
mark stewart, depois de
liderar essa fantástica banda pós-punk experimental que dava pelo
nome “the pop group”, eis que mark stewart nos entrega “thepolitics of envy”. apesar
de continuar com o pé no som industrial, este disco soa mais a uma festa para
os amigos do que os anteriores trabalhos mas sendo sempre uma música excelente para os sentidos. a ouvir…
electricity in our homes, o primeiro disco destes ingleses é rock
lo-fi, mas ficar apenas por aqui é errado, já que a banda consegue ser mais
diversificada e apesar da sua aparente simplicidade e dar-nos a sensação que já
ouvimos tudo isto antes, o que é verdade, não deixa de ser cativante e de ter
bons momentos. a ouvir…
foreign fields, duo que
já foram conhecidos como "flights" mas agora como "foreign fields", dão-nos um
disco, produzido pelos próprios, onde predomina os sons acústicos, uma
electrónica ambiental e harmonias vocais que desde a primeira nota até à ultima
e para nosso gozo, nos transporta para os grandes espaços naturais. a ouvir…
26 de agosto de 2012
19 de agosto de 2012
12 de agosto de 2012
5 de agosto de 2012
4 de agosto de 2012
bandas
micachu & the shapes, depois do excelente álbum de estreia, mica levi e os seus comparsas entrega-nos o seu segundo álbum que prolonga a linha do primeiro, o seu gosto pelo experimentalismo. mesmo se esse experimentalismo não tenha um objectivo definido e sendo feito através de variados elementos e caminhos, ele acaba sempre por vir desaguar à pop experimental e a uma certa visão da pop, muito própria da banda. uma delicia par os neurónios. a ouvir…
beak, projecto de geoff barrow dos portishead que vai beber directamente ao krautrock, principalmente aos can. dizer que beak é um «side-project», acaba por ser redundante e injusto, já que o projecto tem um DNA muito próprio, possuí qualidade e riqueza aos montes, que faz com que beak> seja uma banda de corpo inteiro por direito próprio. a ouvir…
whitey, regressa com um trabalho que é o seguimento perfeito do seu último “the light at the end of the tunnel”. o disco abre com um intro delirante de “alsospachtzaratrusta” completamente desafinado e misturado com gemidos porno, para depois entregar-nos um electro-indie de alta qualidade, a nata do género, mostrando porque é que a musica dele é requisitada por tanta gente, tanto para mixtapes, filmes como para jogos. grande gozo. a ouvir…
van she, banda australiana que regressa com o seu electro-pop reluzente e fresco e que chega a tempo de ser, com este disco, uma excelente banda sonora para dançar neste verão. mas seria injusto olhar com ligeireza para este disco e ver apenas um disco de verão, já que consegue ser mais do que isso, apesar de ter um som muito beach-party, possui mais riqueza e subtileza do que isso. a ouvir…
1 de julho de 2012
26 de junho de 2012
bandas
tu fawning, projecto paralelo de vários músicos de portland que assenta numa percussão minimal e tribal que serve como catalisador perfeito para umas guitarras pós-punk, bem acompanhadas por uns sintetizadores abrangentes e eficazes, sendo tudo isto acompanhado com uma voz rendilhada que, aqui e ali, faz lembrar kate bush. a ouvir…
marbert rocel, ao começar a ouvir este ultimo trabalho da banda somos levados a pensar que é mais uma banda electrónica na onda dos little dragon, mas depressa essa ideia é desfeita, porque começa a ouvir-se a soul music (electronic-soul???) que transborda por todos os poros e que lhe acrescenta aquele gostinho especial. a ouvir…
friends, banda que vem da cena DIY de brooklyn e que vai buscar as suas influências a bandas da no-wave nova-yorquina como liquid liquid, esg e tom tom club. a banda lançou um excelente single “i`m his girl” prometendo altos voos que acaba por não cumprir no seu álbum “manifest”. album com bons momentos mas que deixa um sabor de frustração. a ouvir…
24 de junho de 2012
17 de junho de 2012
11 de junho de 2012
8 de junho de 2012
bandas
gotye,
ok, preparem-se para dar piruetas, mortais, voltas e reviravoltas, este
multi-instrumentista australiano que dá pelo nome gotye, dá-nos um disco que
vale, não por seguir um género em si, mas sim pela sua diversidade. aqui tanto
se pode ouvir a pop, passar pela electrónica, ter um ar reggae e piscar um olho
á motown. estranha-se mas entranha. a ouvir…
aby
wolf, esta menina entrega-nos um trabalho que apesar de ser orientado para a
pop electrónica introduz elementos dub/reggae e algum hip-hop, não descurando
um certo dance-feeling que passa pelo disco. uma obra equilibrada e com um som
bastante interessante que nos fica a bailar na cabeça. a ouvir…
chromatics, banda que já vai no seu 4º disco e onde se
continua a notar a influência da música analógica e de sintetizadores dos anos
80, mas em vez do vocoder, temos as guitarras pós-punk que nos levam para um
ambiente nocturno com muito fumo e lugares obscuros. a ouvir…
3 de junho de 2012
28 de maio de 2012
bandas
alt-j, o que nos salta à primeira audição, é que estes «bifes» são uma espécie de radiohead a puxar para o lado folk, mas eles são mais do que isso, os moços conseguem, com o seu som folk junto a uma electrónica claustrofóbica e uns vocais que ao inicio se estranha mas depois entranha, conquistar o seu espaço próprio com este trabalho de estreia que vai além das possíveis referências. a ouvir…
Ava luna, agarrem no funk, no synth-funk, na soul, no R&B, 3 meninas a fazerem harmonias vocais, acrescentem o noise-pós-punk e uma costela no-wave, mais uma pitada de uma saudável anarquia, que faz com que a música não pare de dar voltas e reviravoltas, ora saltando de um género para outro, ora misturando-os, mas nunca seguindo uma linha recta, mas sim fazendo piruetas e mortais que deliciam os neurónios. a ouvir…
sennen, banda shoegaze+reverb+indie, que ao ouvir, a primeira coisa que nos vem à cabeça é: eu já ouvi isto tudo. pois ouvimos, mas os moços conseguem ser eficazes e humildes, não querendo ter a pretensão de coisa nova, o que lhes dá um certo charme e faz com que se ouça com um certo gozo revivalista. a ouvir…
magic wands, um duo que nos entrega uma musica que tem tudo a ver com o amor teenager e os sonhos construídos à sua volta, “lovewave” como eles chamam, mas atenção, não são lamechas, pelo contrário, por detrás desta electrónica/ambiental, das guitarras indies e da voz límpida, existe uma pulsação sexual muito forte. a ouvir…
27 de maio de 2012
20 de maio de 2012
14 de maio de 2012
bandas
gossip,
este último trabalho da banda que dá pelo nome "joyful noise", é o mais acessível
da banda e o seu pior. este disco é uma mistura de abba, banda que beth ditto
ficou fascinada pela sua ligeireza, lady gaga e o mais fraco electro-synth dos
anos 80. os melhores momentos do álbum são quando a melodia domina, o que, infelizmente, não acontece muitas vezes. a ouvir( uma vez)…
Lower
dens, banda que aproveita as possibilidades repetitivas do krautrock,
juntando-lhe umas guitarras que passeiam por vários géneros sem complexos,
criando uma base sonora rica e uma electrónica que abrange o todo e que por vezes faz
lembrar os new order. a isto, junta-se uma voz límpida e melódica típica da onda folk. a ouvir…
sonic
adventure project, excelente projecto de electrónica ambiental, onde os
elementos se fundem na perfeição para criarem atmosferas relaxantes e, ao mesmo tempo, transformarem-se numa excelente banda sonora, tanto para
cinema como para televisão. também são um excelente complemento para quando se trabalha
no computador ou para momentos lounge. a ouvir…
white
car, banda alemã que nos apresenta um som que vai beber à música synth dos anos
80 mas ao contrário das outras bandas, esta desconstrói esse legado, jogando
com a dissonância funk-punk e acrescenta uns sons minimais que lembra o dub e o
krautrock criando uma sensação de trance. a ouvir…
13 de maio de 2012
6 de maio de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)