e esta nostalgia que me invade...
à beira de um precipício só há uma maneira de andar para a frente: é dar um passo atrás. (montaigne)
7 de agosto de 2011
6 de agosto de 2011
indignados
PS: por onde anda a geração à rasca???... no algarve ao sol???... somos um país de merda, porque somos um povo de merda…
consciência social
a consciência social dos neoliberais é dar os restos aos pobres. lá vão eles brincar à caridade nojenta, bolorenta e fedorenta salazarista.
5 de agosto de 2011
4 de agosto de 2011
3 de agosto de 2011
3 pequenas notas sobre o BPN
- somos mesmo um país sui generis, até pagamos aos privados para ficarem com o BPN.
- será que cavaco silva vai voltar a comprar acções do BPN???
- sai um BPN para um BIC.
2 de agosto de 2011
tony judt
“um tratado sobre os nossos actuais descontentamentos” de tony judt é um excelente livro para percebermos o porquê da nossa sociedade ter chegado a este momento crítico. fala-nos do inicio da viragem do estado-providência, que tem a sua origem no pós II guerra mundial, para o neoliberalismo – o individualismo egoísta dos anos 60, até ao assalto feito por reagan e thatcher – em que teoria económica se baseou – hayek e von mises, da chamada escola de viena - a queda do socialismo soviético que deu uma falsa ideia de vitória ao capitalismo – o fim da história - e dos seus dogmas – o culto do lucro e da privatização a qualquer preço – em muitos casos, faz mais mal do que bem, levando á fuga do capital para o estrangeiro e, conjuntamente com a globalização, são os grandes responsáveis pela ruptura do sistema da segurança social e não apenas a natalidade, como tanto querem fazer crer. and last but not the least, a especulação desenfreada.
apesar das dificuldade que a sociedade enfrenta, o livro é optimista, em relação aos jovens e à esquerda – a social-democracia, o socialismo democrático não é referido apenas por uma questão ideológica – e na sua capacidade de alterarem a situação. mas para tal acontecer, é necessário que a esquerda redefina os serviços básicos do estado social, que encontre um discurso coerente e mobilizador e não ande a reboque do neoliberalismo. mas a maior questão é, e será sempre, o quanto as pessoas estão dispostas a voltar a trabalhar para o bem comum. obrigatório ler…
1 de agosto de 2011
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